ALL ANUNCIA RESULTADOS DO 1T10

Curitiba, 11 de maio de 2010 – A América Latina Logística S.A. – ALL (BMF&Bovespa: ALLL111; OTCQX: ALLAY), a maior empresa independente de serviços de logística da América Latina, anuncia hoje seus resultados do primeiro trimestre de 2010 (1T10). A ALL opera 21.300 km de malha ferroviária, 1.095 locomotivas, 31.650 vagões, 650 veículos rodoviários, centros de distribuição e áreas de armazenamento. As operações da ALL abrangem uma área responsável por aproximadamente 65% do PIB do Mercosul e a Companhia atende a sete dos portos mais ativos no Brasil e na Argentina, por meio dos quais aproximadamente 78% de todas as exportações de grãos da América do Sul são embarcadas anualmente. A Companhia oferece uma completa gama de serviços de logística, incluindo transporte ferroviário nacional e internacional, transporte intermodal porta-a-porta, serviços de distribuição e armazenamento. Os serviços são prestados no Brasil e na Argentina por três unidades de negócios: commodities agrícolas, produtos industriais e serviços rodoviários. Comparações, a não ser quando indicado de outra forma, referem-se ao mesmo período de 2009. As informações financeiras e operacionais a seguir, a não ser quando indicado de outra forma, são apresentadas em reais nominais, segundo a Legislação Societária Brasileira. Os resultados de 2009 e 2010, a não ser quando indicado de outra forma, contemplam as mudanças nos Padrões Contábeis Brasileiros ocorridas em 2008 (Lei 11.638). Os resultados consolidados, a não ser quando indicado de outra forma, excluem os resultados provenientes da Santa Fé Vagões.

Teleconferências

Português 12 de maio de 2010
4 ª feira
10h00


Inglês 12 de maio de 2010
4ª feira
11h30


Reunião com
Investidores


18 de maio de 2010
3ª feira
11h00


JW Marriott Rio de Janeiro
Av. Atlântica, 2600
Rio de Janeiro – RJ
DESTAQUES OPERACIONAIS E FINANCEIROS
 
 
O EBITDA da ALL no Brasil cresceu 17,7% em 1T10, para R$295,6 milhões, devido principalmente aos maiores volumes, yields e margens. No consolidado, o EBITDA cresceu 19,0%, para R$ 296,5 milhões e a margem EBITDA aumentou de 44,9% no 1T09 para 47,4%. O Lucro Líquido passou de um prejuízo de R$22,6 milhões no 1T09 para um lucro de R$17,5 milhões, refletindo o bom desempenho operacional no Brasil e a redução das despesas financeiras no trimestre.
     
   
O volume da ALL Brasil cresceu 6,3% no 1T10, para 8.250 milhões de TKU, com um baixo nível de exportação agrícola em janeiro, que reflete o mercado pressionado que enfrentamos no 4T09, e uma forte base de comparação registrada no 1T09, quando os agricultores enviaram para os portos altos níveis de estoque no final de 2008. Os altos volumes registrados em fevereiro e março refletem um início forte do período de colheita no Brasil e a capacidade incremental adicionada ao nosso sistema em preparação para 2010.
     
 
O yield médio aumentou 8,8% no Brasil. A recuperação do yield, em comparação aos preços pressionados de 2009, reflete ganhos reais de preço em nossos contratos take-or-pay, preços de frete mais elevados no mercado spot e um aumento dos volumes de ponta rodoviária. Embora os preços no spot market devam retornar à normalidade no decorrer do ano, os preços de frete em nossos contratos e a base de comparação favorável devem sustentar um crescimento real de yield em 2010.
     
 
Na Argentina, continuamos a enfrentar as mesmas condições políticas e de mercado apresentadas nos últimos trimestres. Na produção industrial ainda não há indícios de mudanças que possam impulsionar uma recuperação real no país. A boa notícia é que a colheita de grãos que se iniciou em abril deve aumentar mais de 40% em 2010.
     
 
Nossos projetos de longo prazo continuam avançando conforme planejado, com o projeto Rondonópolis avançando mês a mês e com os primeiros volumes já sendo transportados no projeto Rumo. Adicionalmente, avanços estratégicos e projetos de longo prazo vêm sendo desenvolvidos nos segmentos de contêineres, terminais e minério de ferro com potencial para transformar nosso negócio.

     
   
1 As ações preferenciais (ALLL4) e ordinárias (ALLL3) também são negociadas na Bovespa, porém sem liquidez significativa.
2 Para melhor comparabilidade, o cálculo do EBITDA considera as mudanças nos Padrões Contábeis Brasileiros (Lei 11.638). A Lei 11.638 trata uma parte significativa dos nossos contratos de aluguel de vagões como ativos próprios. Portanto, os custos com aluguel de vagões desaparecem, sendo tratados como depreciação e despesas financeiras. De acordo com os novos Padrões Contábeis Brasileiros, não há mais diferenciação entre EBITDAR (EBITDA antes de custos de aluguel) e EBITDA.


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